quarta-feira, 18 de novembro de 2020
Da beleza
Gosto de cremes. Cremes para as mãos, para o rosto, para o corpo, para o cabelo, para tudo. Cremes é o meu pecado. É onde eu facilmente gasto dinheiro desnecesssário. Muito mais facilmente gasto dinheiro em cremes do que em roupa, carteiras ou calçado. Se aparece um creme novo, não descanso enquanto não o experimento. Compro cremes na perfumaria, na farmácia, no supermercado, nos catálogos, nos blogs. Tenho dezenas de cremes. E muitos deles a meio, abandonados porque entretanto apareceu um novo melhor que ele. Já fiz um esforço para não comprar um creme novo enquanto não acabasse os antigos, ou pelo menos parte deles, mas é mais forte que eu. Eu vejo um creme novo, acabado de chegar, a reluzir na prateleira, a chamar-me 'Maat, leva-me contigo. Quero hidratar-te' e pronto, já caí na esparrela. O melhor mesmo é nem ver nada, nem saber. Se não souber da existência deles, não vou querer comprá-los.
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