quarta-feira, 18 de novembro de 2020
Da aceitação
Gosto de admitir. Às vezes, tentamos enganar-nos a nós próprios e não admitimos coisas que temos medo ou temos vergonha, para nós próprios. coisa que sentimos, que fazemos ou que usamos. Mas aprendi que se admitir essas coisas, ainda que no início custe, depois sinto-me muito melhor e sou uma pessoa mais em paz comigo mesma, porque me aceito como sou, boa ou má. Por exemplo, durante anos tomava café por tomar, sem gostar relamente daquilo. A partir do momento que admiti que não gostava e nunca mais bebi café, sinto-me bastante melhor. Assim como, num plano mais etéreo, durante muito tempo sentia-me mal quando alguém caía e eu me ria. Há algum tempo admiti que sou assim e sempre vou ser. Sou daquelas pessoas que se ri se alguém cai. Não quer dizer que eu menospreze essas pessoas, quer apenas dizer que eu sou má. E desde que admiti isso, por mais que me custe e sinta vergonha de mim própria, sinto-me melhor. A aceitação de nós como nós somos é meio caminho andado para a felicidade (tenho também de admitir que não sou nenhuma especialista nisso, mas pronto, vou dando uns toques).
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